

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia pediu hoje (28) uma apuração rigorosa sobre a denúncia de que uma adolescente, de 12 anos, teria sido estuprada e morta por garimpeiros na comunidade Aracaçá, na região Waiakás, na Terra Yanomami, em Roraima. O caso foi relatado por Júnior Hekurari Yanomami, liderança indígena, em um vídeo nas redes sociais na segunda-feira (25).
Durante abertura da sessão do STF, a ministra disse que o caso demonstra violação do direito constitucional à vida e aos direitos humanos. Na sessão, a Corte julga ações relacionadas ao meio ambiente.
"Não é mais pensável qualquer espécie de parcimônia, tolerância, atraso ou omissão em relação à prática de crimes tão cruéis e gravíssimos", disse a ministra, ao se referir a violações enfrentadas por mulheres indígenas.
O caso não é analisado pelo Supremo, mas é acompanhado pelo Ministério Público Federal (MPF) em Roraima, pela Polícia Federal (PF) e pela Fundação Nacional do Índio (Funai).
Justiça Governo de SP aplica multa recorde de R$ 1 bilhão contra Fast Shop
Justiça Eleições 2026: eleitor pode se inscrever para ser mesário voluntário
Justiça Moraes suspende aplicação da Lei da Dosimetria até decisão do STF
Justiça Moraes vai relatar ações que pedem suspensão da Lei da Dosimetria Mín. 19° Máx. 34°





