
A situação do abastecimento do gás de cozinha na Paraíba está cada vez mais critica. O volume do produto recebido pelo estado já caiu em 80%. De acordo com o presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás na Paraíba (Siregás), Marcos Antônio Bezerra, a situação é cada vez mais crítica. "Continuamos na mesma situação: racionado e sem previsão de retornar ao normal", lamentou.
A crise no abastecimento começou com a venda da Refinaria de Mataripe, antiga Refinaria Landulpho Alves (Rlam), na Bahia, para o fundo árabe Mubadala no final do ano passado. A empresa reduziu a produção de gás de cozinha (GLP), provocando desabastecimento do produto na região. A Rlam não fornece gás para Paraíba, mas é a principal fornecedora do estado da Bahia.
Como o estado da Bahia é um grande consumidor do produto, a escassez por lá, acaba desregulando o mercado de toda a região. Bezerra afirma que no momento, a única coisa que os comerciantes podem fazer é aguardar. "Estamos fazendo o possível para que o consumidor seja menos afetado".
Através de nota, a Rlam explicou que a empresa está passando por ajustes e quevem tomando todas as medidas para normalizar o suprimento ao mercado da Bahia e de Sergipe.
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