
O Brasil assegurou seu retorno ao Conselho de Direitos Humanos da ONU ao conquistar 144 votos entre os 185 possíveis, em uma eleição marcada por polêmicas. O governo brasileiro, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, triunfou na corrida pela vaga, superando a República Dominicana, Cuba e o Peru, este último ficando de fora das três vagas destinadas à América Latina.
O pleito, ocorrido nesta terça-feira (10) em Nova York, destacou-se pela controvérsia em torno da eleição da China ao órgão, composto por 47 membros dedicados às questões dos direitos humanos. O governo chinês, apesar das críticas da ONU por violações dos direitos humanos, manteve sua posição e, junto com o Brasil, ocupará um assento no Conselho a partir de 2024.
“Mas a campanha ainda sofreu outro obstáculo: o governo de Jair Bolsonaro foi o último a entrar na campanha pela vaga e anunciar que o Brasil queria o posto de volta”, destaca texto da reportagem. O trabalho diplomático e o discurso persuasivo de Lula na Assembleia Geral da ONU, em 19 de setembro, contribuíram para reverter essa situação, consolidando o apoio internacional ao Brasil.
Dentro do Conselho, o Brasil terá o direito de participar de todos os debates, apresentar projetos de resolução e votar em propostas que abordam temas cruciais no cenário internacional.
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