
Após uma reunião com tucanos no Palácio dos Bandeirantes, o governador João Doria recuou e afirmou a aliados que vai renunciar ao governo de São Paulo e manter a pré-candidatura à Presidência da República.
A decisão foi tomada depois que Doria recebeu um gesto de apoio do PSDB e da pressão de aliados que o querem ver fora do governo de São Paulo.
O PSDB pretende lançar Rodrigo Garcia ao governo de São Paulo e a permanência de Doria no cargo desidrataria a campanha.
Vencedor das prévias do PSDB para a escolha do candidato do partido à Presidência, Doria teve uma conversa com Garcia na noite de quarta-feira (30) durante a qual o avisou que não ia mais renunciar ao governo de São Paulo.
A decisão era uma espécie de contra-ataque de Doria ao que ele via como uma traição do PSDB, uma vez que uma ala do partido tem trabalhado para que o candidato do partido à Presidência seja o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.
A ideia desse grupo era, segundo aliados de Doria, esperar o governador de SP deixar o cargo para só então iniciar formalmente o movimento para sagrar Leite candidato – deixando Doria sem mandato e sem candidatura ao Planalto.
Após a ameaça de Doria vir à tona, o presidente do PSDB, Bruno Araújo, divulgou uma nota em que reafirmou que João Doria é o nome do partido na disputa pelo Planalto em 2022. Além disso, tucanos foram até o Palácio dos Bandeirantes – sede do governo paulista – pressionar o governador para manter o que havia sido combinado.
Eita Cícero reafirma aliança com João e vê “desespero” da oposição por racha
Fique atento Mais de 71 mil eleitores correm risco de ter título cancelado na Paraíba
Veja Jair Bolsonaro tem alta após três semanas internado em Brasília
Veja Hugo Motta marca reunião com líder do PL para tratar de anistia
Movimentação Galdino reforça liderança de Hugo Motta e diz que Republicanos tem “o melhor nome” para o governo da Paraíba em 2026
Veja Carlos Lupi deixa Ministério da Previdência após escândalo de fraudes no INSS; Wolney Queiroz será o novo ministro 