
O governador João Azevêdo (PSB) falou na tarde desta sexta-feira (25), durante agenda em Guarabira, sobre a decisão do ex-senador Efraim Morais de entregar o cargo que ocupava no Governo. O gestor estadual disse que foi comunicado da decisão do ex-auxiliar de governo de deixar a Secretaria de Agricultura, mas disse que o ato, pela justificativa que recebeu, não se trataria de rompimento.
“Temos um prazo legal. Todo mundo que tem cargo público e pode ter a intenção de concorrer, tem que sair agora. No governo, várias pessoas vão se afastar, independente de estar na candidatura ou não. Se afasta por proteção. Foi isso que foi colocado pra mim por ele”, disse Azevêdo.
Questionado sobre uma declaração do deputado federal Efraim Filho (União Brasil), dada à imprensa paraibana após o ato do pai, onde o parlamentar admite que pode “construir um caminho” com o deputado federal Pedro Cunha Lima, pré-candidato a governador pelo PSDB, João apenas comentou que é uma “decisão pessoal” do parlamentar, onde não pode interferir.
“Será uma decisão dele (Efraim Filho). Não posso interferir em decisões pessoais de quem quer que seja”, afirmou o gestor durante coletiva em Guarabira.
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